O perigo vem de cima


Ricardo Fernandes/DP/D.A PressDepois da lição é hora de corrigir as falhas. Os dois gols sofridos diante do Sport serviram mais do que alerta para o Santa Cruz entrar atento com relação à marcação no momento da bola parada alçada à área. O elenco coral está de que o perigo vem de cima. Do técnico Zé Teodoro ao atacante Geilson, o assunto é debatido. Atenção nas palavras que precisa ser refletida em campo. Afinal, o Salgueiro, adversário das semifinais, tem como principal força o jogo áereo.

"Eles têm um atacante muito perigoso que é o Fabrício Ceará. Falta e escanteio é sempre neles. Temos que ter muita atenção no posicionamento", disse o zagueiro Leandro Souza, que será constantemente acionado para intervir as jogadas do tipo. "Quase o campeonato todo eles fizeram muitos gols de bala parada. Fabrício Ceará e os zagueiros deles são muito perigosos", enfatizou o volante Anderson Pedra.

A preocupação do sistema defensivo também se reflete no ataque. De volta ao time depois de ser poupado, o jogador sabe que o setor ofensiva também tem uma parcela de culpa nos gols sofridos diante do Sport e que precisa de atenção para não repetir as falhas. 

"Não é só a defesa a culpada por tomarmos os gols de bola parada. Naquela hora, tem lateral, meio-campo e atacante. Está todo mundo. Então, acredito que é preciso de um pouco mais de atenção. Bola parada é isso: atenção. Dez segundos de descuido é uma grande fatalidade", disse o atacante. "O Salgueiro não tem de forte só a bola parada. Se ficar só nisso aí, vou estar me enganando. Eles têm jogadores de muita qualidade. Elvis, Cléberson e Ceará, que faz a parede muito boa. Temos que anular esse três", acrescentou.

Do Superesportes

Santa Cruz News

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