DIRETORIA CORAL FALA SOBRE ZAGUEIRO CÉSAR




O zagueiro César está treinando no Arruda. Embora não tenha contra com o Santa Cruz. Embora tenha sido ídolo no rival Sport. Houve quem criticasse a diretoria coral pela atitude de acolher o atleta. Alguns dos cartolas corais explicam abaixo a situação do jogador e falam sobre o que os motivou a aceitarem que o defensor recuperasse a forma física no tricolor.

O desembargador Bartolomeu Bueno, presidente de honra do conselho deliberativo e membro do comitê gestor do Santa Cruz, argumentou que incluir e se solidarizar fazem parte do DNA coral “O Santa Cruz abriu as portas para jogadores que estão sem clube, em outras ocasiões. É o clube do povo. Um clube de inclusão, onde o respeito ao cidadão e ao profissional vem em primeiro lugar.Além disso, muitos atletas chegam aqui, são recuperados e depois passam a ser festejados pelos torcedores.Não há problema algum nessa situação”, explicou.

O assessor especial da presidência (e também membro do comitê gestor) Sylvio Ferreira fez coro com a voz do colega. “Os clubes têm de saber administrar a rivalidade e uma maneira humanitária. A atitude é grande. É a atitude de um clube que, a despeito de uma rivalidade fortíssima que existe entre e Sport Recife e Santa Cruz,acolheu um atleta. Não se pode deixar de ver essa atitude como a de quem administra com solidariedade e com o coração aberto”.

Aprígio Carvalho – também assessor da presidência- endossou a opinião de Ferreira e, da mesma maneira, ressaltou o caráter humanitário da atitude do Santa Cruz. “O Santa Cruz é sempre humano. Sempre existiu isso e na gestão de Antônio Luiz Neto isso está bem presente. Não tem nada de errado nisso. Outros jogadores do Santa Cruz jogaram no Sport e no Náutico. O meia Natan treinou um período lá fora, onde o São Paulo abriu as portas para ele”, asseverou.

Visões diferentes de áreas diferentes – mas que convergem para uma conclusão em comum. Mais próximo dos gramados, o diretor de futebol Albertino dos Anjos citou o exemplo de outros atletas que jogaram em clubes rivais e deram certo no Mais Querido. “Falam que o jogador foi do Sport e que é um absurdo nós fazermos isso. Se fosse assim, não teríamos trazido Dutra, Luciano Henrique, Paulista, Branquinho… Que  jogaram no Sport e foram fundamentais na conquista do título, assim como outros, que jogaram no Náutico e nos ajudaram muito”.

Santa Cruz News

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